INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E NEGÓCIOS MODELADOS PARA PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO

ESPECIFICIDADES TERRITORIAIS E DESENVOLVIMENTOS DE ÁREAS VULNERÁVEIS

O Canal Transformadores pretende pensar o empreendedorismo e a inovação com características específicas dos países em desenvolvimento, levando em conta o aspecto territorial e as especificidades que temos no país e, dessa forma, por meio da educação e da integração (conexões) ser um ator no desenvolvimento econômico e social das áreas vulneráveis e participar da construção de país mais integrado e diverso. 

Neste contexto, o CANAL PRETENDE ATUAR como um centro de estudos e de desenvolvimento de pessoas, que, em Co-criação com moradores de territórios vulneráveis, estuda modelagem de negócios e empregabilidade e promove ações que visam uma transformação social e econômica por meio da QUALIFICAÇÃO dos empreendedores e profissionais que vivem nessas regiões, bem como, após essas ações educacionais, CONEXÃO dos qualificados com oportunidades de investimentos, clientes ou vagas de emprego. 

Ainda, por meio de conteúdo (escritos e áudio visuais), formações educacionais presenciais e eventos, busca trabalhar o fortalecimento da imagem desses territórios e de seus moradores, enfatizando casos de sucesso e o potencial dessas áreas, com o intuito de atrair mais negócios, ampliar os que já existem nessas regiões e mitigar o preconceito, tornando nosso país mais integrado e logo mais forte econômico e socialmente. Para atingir esse objetivo tem como foco o desenvolvimento do empreendedorismo e o fomento, por meio de ações sociais, da Economia Local. Neste contexto, as iniciativas buscam trabalhar 3 pilares, quais sejam: (i) Qualificação; (ii) Desenvolvimento da Imagem das Comunidades como uma área próspera, tanto para trabalhar a autoestima da população local quando para romper preconceitos e aproximar os empreendedores de favelas das outras classes sociais; (iii) gerar conexões que permitam o crescimento e sustentabilidade dos negócios apoiados.

NOSSA HISTÓRIA

Em 2015, sob a denominação de CLAPI, passamos a atuar no Ecossistema de Empreendedorismo e Inovação do país, com a estruturação de eventos, palestras/treinamentos/mentorias e programas de aceleração.

Ainda, montamos o primeiro programa de Aceleração de Internet das Coisas do país (2017), fomos pioneiros na discussão de diversos temas e por meio de uma parceria com a BSA e com os maiores fabricantes de software do mundo, trabalhamos o tema Propriedade Intelectual e Inovação em todos os Estados brasileiros e milhares de Municípios.

Como esse trabalho obtivemos grandes resultados mas observamos que tanto o lado educacional quanto o desenvolvimento dos mercados (economia) somente olhavam para parte do país e muitos dos negócios desenvolvidos não levavam em consideração nossas especificidades e não incluíam os territórios vulneráveis, apesar desses comporem uma grande parte da população dos países latino americanos e apresentaram um potencial enorme. Levando em consideração somente os territórios com vulnerabilidades denominados “favelas”, segundo pesquisa estruturada pelo Outdoor Social, temos um potencial de consumo de 158 bilhões de reais.

O Canal Transformadores pretende pensar o empreendedorismo e a inovação com características específicas dos países em desenvolvimento, levando em conta o aspecto territorial e as especificidades que temos no país e, dessa forma, por meio da educação e da integração (conexões) ser um ator no desenvolvimento econômico e social das áreas vulneráveis e participar da construção de país mais integrado e diverso. Assim, o Canal Transformadores nasce em 2018 dentro do guarda-chuva Nova Paraisópolis (estratégia da atual gestão da União dos Moradores e Comerciantes de Paraisópolis – Comunidade situada em São Paulo que conta com mais de 100 mil moradores e mais de 8000 estabelecimentos comerciais) e do sonho do líder comunitário Gilson Rodrigues de tornar uma das maiores favelas do país um grande polo de negócios, busca revolucionar a Educação nessas áreas urbanas e fazer com que o morador seja agente de sua própria transformação.

Neste recorte dos territórios com vulnerabilidades denominados de “comunidades” e/ou “favelas”, nos últimos anos realizamos inúmeras ações de qualificação, oferta de créditos e de recursos para empreendedores, em parceira com Universidade renomadas, Governos e com a Iniciativa privada:

Em novembro de 2019, o organizou e realizou em Paraisópolis (uma das maiores favelas da América Latina) o evento denominado de “Slum Summit” reunindo líderes e empreendedores de impacto de todo o Brasil e, por meio de 3 palcos com apresentações simultâneas, colocou esses casos de sucesso das favelas brasileiras para tratar de temas ligados ao empreendedorismo e o desenvolvimento econômico do país, em conjunto com grandes empresárias e comunicadores dos principais veículos do país:

Em Dezembro de 2019 o G 10 Favelas ganhou o Prêmio Brasil que dá Certo na categoria Empreendedorismo Social 2019.

Em 2020, como co fundador do grupo G 10 Favelas, na Pandemia do Covid19 participou da criação de um modelo para gestão de crise inicialmente implementado em Paraisópolis e que foi replicado em comunidades de todo o Brasil. Por meio de 12 iniciativas, buscou atuar em fragilidades específicas das favelas para mitigar os efeitos da doença na Saúde e na Economia local.

Essas ações foram colocadas pela imprensa do mundo todo:

Em Dezembro de 2020, a União de Moradores de Paraisópolis, que foi apoiada pelo G10 Favelas e pelo Canal Transformadores, recebeu o Prêmio Folha de São Paulo de Empreendedor Social do Ano:

Assim, nos últimos, qualificamos milhares de jovens e empreendedores em todo o país por meio de eventos presenciais e atividades online, os conectou com oportunidades de emprego em parceria com o Emprega Comunidades, captou recursos e buscou micro crédito para empreendedores, coletou e estruturou Dados e Evidências sobre territórios vulneráveis, incentivou estudos / pesquisas sobre desenvolvimento econômico sustentável / empreendedorismo em países em desenvolvimento  e organizou Cases de Sucesso para mostrar a força das Comunidades e a necessidade de uma sociedade mais unida e integrada (e logo Cidades mais unidas e integradas).

E para 2021 pretendemos ampliar esse trabalho, com mais qualificações e conexões, bem como, dar continuidade ao levantamento de dados e as pesquisas. 

Ainda, o Canal Transformadores e o G10 Favelas irão lançar a Escola de Líderes e Empreendedores Transformadores, para replicar o trabalho feito em Paraisópolis em Comunidades de todo o Brasil 
Por fim, irão constituir um o primeiro Fundo Venture Capital Early-Stage focado em negócios sediados em Favelas e com sócios nascidos em Favelas, fechando um funil de ponta a ponta no desenvolvimento de negócios de impacto e de empreendimentos sediados em favelas.

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